Mais tarde, com a inauguração do tão esperado pavilhão, na Reboleira, passámos a treinar aí, com melhores condições (acho que a foto aqui ao lado, a do meu 1º sarau, é dessa inauguração). Mas a velha sede nunca deixou de funcionar, onde estava a secretaria, o bar, o judo, o ténis de mesa (que saudades), os duelos de xadrez...Acabou de entrar na floresta. A partir de agora, tudo é possível: lobos matreiros, caçadores sem porte de arma, netinhas atrevidas e uma avozinha com arteriosclerose. Está por sua conta e risco.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Um Bocadinho do meu Passado
Mais tarde, com a inauguração do tão esperado pavilhão, na Reboleira, passámos a treinar aí, com melhores condições (acho que a foto aqui ao lado, a do meu 1º sarau, é dessa inauguração). Mas a velha sede nunca deixou de funcionar, onde estava a secretaria, o bar, o judo, o ténis de mesa (que saudades), os duelos de xadrez...sábado, 30 de janeiro de 2010
Maldita Cortina
O sarau "Luz, Som e Movimento", que o Sporting organizava habitualmente no teatro São Luiz, tinha características muito especiais; não sendo um grande espaço destinado à prática desportiva, tinha no entanto enormes potencialidades no que diz respeito a efeitos cénicos, jogos de luz e um som de qualidade superior.sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Ideias
sábado, 23 de janeiro de 2010
Vaidades
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Todo Partido
Recomeçaram os treinos. Após tantos anos longe destas andanças, finalmente decidimos retomar a nossa classe de ginástica, rebaptizada Classe Especial Homens Anos 80.
Hoje, por exemplo, fiz um bom treino, pois consegui fazer... uma rodada! Como é possível chegar-se a este ponto? Mas a verdade é que a última vez que fiz uma, foi para aí em 1991. Aaaah pois...
domingo, 6 de dezembro de 2009
Uma Obra Inacabada

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Os Jantares do Ateneu
Eramos nós quem servia às mesas, e fardados a rigor: calça preta, camisa branca, papillon, avental e chapéu de palhinha. Apesar de mais nervosos do que no primeiro sarau, cada prato (entrada, prato principal, sobremesa, etc.) era servido com a nossa habitual "cagança": aparecíamos de rompante na sala, alinhados, mão direita erguendo a travessa e esquerda atrás das costas, ao som das músicas dos nossos esquemas. E a verdade é que a coisa até funcionava: a malta batia palmas, e achava tanta piada que nem percebia o molho que volta e meia entornávamos nas toalhas! 

(O que um gajo fazia para arranjar uns trocos...)
sábado, 14 de novembro de 2009
Ussssshiiiii! Urinamichuuuuu!

Estou a referir-me à fase mais importante da minha juventude (e a de muitos outros também), que foi a passagem pela ginástica. Primeiro na Académica da Amadora, depois no Sporting, e finalmente no Ateneu Comercial de Lisboa.
Mas foi o Sporting que marcou, definitivamente. O desporto, a camaradagem, as “miúdas”, os copos, as festas, os saraus, as deslocações ao estrangeiro, tudo era novidade. E naquela década fantástica que foi a dos anos 80.
A classe era a “Especial Homens”, e numa época em que a ginástica de demonstração de alto nível era monopolizada por 3 ou 4 clubes, tínhamos honras de fecho de saraus em qualquer festival para que fossemos convidados (e eram muitos). Hoje, o panorama gímnico está bem mais “democratizado”, e muitos são os clubes e as associações pelo país fora com excelente trabalho desenvolvido, alguns dos quais cujos pavilhões fomos inaugurar. Mas na altura, sentíamo-nos os maiores, e parecia, de facto, que o céu era o limite!
Tem graça verificar como se formaram aí amizades, casamentos e opções profissionais que perduraram até aos dias de hoje. Muitos dos meus amigos mais chegados vêm desse tempo, e as suas mulheres também. Era de facto (e ainda é) muito mais do que apenas ginástica.
Sobre este tema, muito há para escrever. Quase que se justificava um blogue só para ele. Por isso, muitas histórias vão saltar em breve. E que histórias, meus amigos, e que histórias…

